Bioluminescência (do grego "bios" (vida) e do latim "lumen" (luz)) é a produção e emissão de luz fria por um organismo vivo, como resultado de uma reação química durante a qual energia química é transformada em energia luminosa.

No caso dos vaga-lumes ou pirilampos, o substrato de uma proteína denominada luciferina, é oxidada por uma enzima, denominada luciferase. Nessa reação, a luciferase oxida a luciferina consumindo uma molécula de trifosfato de adenosina (ATP). A molécula de luciferina, agora excitada energeticamente, libera esse energia química na forma de energia luminosa.

A bioluminescência ocorre em diversos grupos de organismos, desde organismos metabolicamente mais simples como as bactérias e fungos, até em organismos complexos, como é o caso dos insetos.

A maioria da emissão de luz marinha pertence ao espectro de luz azul e verde, as cores que poder transmitir-se pela água do mar mais facilmente. Entretanto, certas espécies emitem o vermelho e o infravermelho e o gênero Tomopteris emite bioluminescência amarela.

Bioluminescência não-marinha é mais raramente encontrada, mas possui uma grande variedade de cores. A forma de bioluminescência terrestre mais conhecida é o vagalume. Além deste, outros insetos também possuem bioluminescência.

Algumas formas de bioluminescência são mais brilhosas (ou só existem) à noite seguindo um ritmo circadiano.

 

 Bioluminescência

          O fenômeno da bioluminescência acontece a partir das primeiras chuvas após o inverno, em setembro, sendo que em outubro e novembro com maior intensidade, estendendo-se até fevereiro.

          São as larvas de vagalume que são postos em cupinzeiros, elas são carnívoras e noturnas, e ficam brilhantes durante a noite para chamar a atenção dos diversos insetos que andam e sobrevoam os cupinzeiros, para atrair e capturar para a sua alimentação.
 


          No Parque  Nacional  das Emas acontecem vários fenômenos muito interessantes. Como a revoada dos cupins alados para o acasalamento, nessa revoada as andorinhas sobrevoam a região para se alimentar dos cupins alados. São milhares de andorinhas e milhões de cupins alados..... Maravilhoso..

         Tem também as Aranhas coloniais que fazem as suas teias durante a noite para se alimentar. São teias feitas em conjunto com centenas de aranhas formando uma grande rede de centenas de metros quadrados e no alto das arvores. Formando uma enorme colcha com desenhos e formatos únicos... Só que já viu para poder contar...

                   

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